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Segunda Geração de Concentrado de Plaquetas já é utilizada nos tratamentos do Instituto Kopp – Uma realidade inovadora nos procedimentos odontológicos

A evolução nos tratamentos do Instituto Kopp em Curitiba

O Instituto Odontológico Kopp utiliza as melhores técnicas e centrífugas para produzir PRF, a-PRF, i-PRF e L-PRF para obtenção de células regenerativas a partir do próprio sangue do paciente.

Isso vem agregar biotecnologia de ponta aos pacientes do Instituto Kopp em relação aos enxertos ósseos para implantes, preenchimento de alvéolos frescos, recobrimento e proteção de enxertos particulados e em bloco, elevação de assoalho do seio maxilar, tratamento de deiscências e fenestrações, Uso associado a fatores de crescimento, tratamento de gengivites e Recobrimento radicular em cirurgias periodontais.

Vantagens para os pacientes

Especialistas do Instituto Kopp saem na frente na utilização de prf para os implantes dentários. São inúmeras as vantagens para o paciente, a redução no tempo do tratamento, cirurgias menos invasivas, menores chances de infecção e, com certeza, diminuição de custos.

A engenharia genética, a bioengenharia que, nos implantes dentários, enxertos ósseos e de gengiva minimiza riscos e garante bons resultados. O material é o próprio sangue do paciente.

A principal vantagem é que muitos casos que precisavam de técnicas cirúrgicas invasivas, isto é, removendo o enxerto de outra região do paciente como: calota craniana, osso mandibular, crista ilíaca ou bacia (no caso de enxertos ósseos) e céu da boca (no caso de enxertos de gengiva), com a utilização do L-PRF podem ser solucionados de maneira menos dolorosa para o paciente.

Mesmo em casos mais complexos, é possível a reabilitação de maneira segura e sem a necessidade da internação em ambiente hospitalar. Com esta terapia, pacientes que necessitavam de implantes dentários passaram a realizar os tratamentos sem o sofrimento das técnicas convencionais.

O Instituto Odontológico Kopp em Curitiba recebe odontologistas de todo Brasil para conhecerem as novas técnicas e aplicarem em seus pacientes com segurança.

Quais são os tipos de concentrados de plaquetas utilizados?

Quatro categorias principais de produtos podem ser facilmente definidas, dependendo do seu conteúdo de leucócitos e arquitetura de fibrina:

  • A Plasma Rico em Plaquetas Puro (P-PRP) – tais como separador celular de PRP, PRF Vivostat ou PRGF de Anitua
  • Plasma Rico em Plaquetas e Leucócitos (L-PRP) – tais como Curasan, Regen, Plateltex, SmartPReP, PCCS, Magellan, Angel ou GPS PRP
  • Fibrina Rica em Plaquetas Pura (P-PRF) – tal como Fibrinet
  • Fibrina Rica em Plaquetas e Leucócitos (L-PRF) – tal como o PRF de Choukroun.P-PRP e L-PRP referem-se à forma inativa líquida destes produtos, sendo as suas versões ativadas, respectivamente chamado P-PRP gel e L-PRP gel

A Segunda Geração – Plasma Rica em Fibrina PRF

A fibrina rica em plaquetas (PRF) é um novo conceito de concentrado de plaquetas que consiste em um biomaterial autólogo com um concentrado de fatores de crescimento obtido a partir da centrifugação do sangue do paciente. A membrana de fibrina possui alto potencial de reparação de lesão e tem a propriedade de acelerar o processo cicatricial, reparar as perfurações na membrana Schneideriana e funciona como um material de preenchimento.

A PRF foi desenvolvida na França, por Joseph Choukroun, para uso específico em cirurgia oral e maxilofacial.

O Plasma Rico em Fibrina e o Plasma Rico em Plaquetas podem ser utilizados tanto isoladamente como em associação em uma mesma cirurgia. Alguns profissionais indicam usar o PRP misturado ao material de enxertia óssea aplicado no local da cirurgia e, depois, utilizar o PRF sobre as suturas para conduzir e manter melhor os tecidos incisados em uma íntima união.

Quais as vantagens de usar PRF nas cirurgias?

O PRF foi desenvolvido para aumentar a velocidade da reparação em enxertos ósseos e tecidos moles, pode ser utilizado em vários procedimentos cirúrgicos pelos dentistas. Essa membrana gera um grande e reprodutível aumento na velocidade e na intensidade da vascularização dos tecidos, resultando no aprimoramento dos resultados reconstrutivos.

Por conta das propriedades hemostáticas, adesivas e cicatrizantes do plasma de fibrina, seu uso tornou-se decorrente em cirurgias torácicas, cardiovasculares, neurológicas, oftálmicas, reconstrutivas e odontológicas. A função do Plasma Rico em Fibrina é promover essencialmente a adesividade entre tecidos, permitindo então que o processo de regeneração seja acelerado.

Qualquer cirurgião-dentista pode utilizar PRF?

Recentemente, o Conselho Federal de Odontologia publicou no Diário Oficial da União a Resolução nº 158/2015, que regulamenta o uso de agregados plaquetários para fins não transfusionais no âmbito da Odontologia, possibilitando ao cirurgião-dentista a coleta de sangue e obtenção de PRP e PRF em consultório odontológico ou em centros cirúrgicos.

Agora nos encontramos em um novo momento, o de habilitação do profissional para uso da tecnologia.

Em quais casos o dentista deve utilizar o PRF?

Existem diversos casos cirúrgicos na odontologia em que é recomendado o uso de PRF. As principais especialidades que devem utilizar são Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais, Implantodontia, Periodontia, Clínica Geral, entre outras.

Os Dentistas do Instituto Kopp utilizam PRF nas cirurgias?

Os dentistas da Kopp já possuem os equipamentos e habilitação necessária para confeccionar e utilizar as membranas e outros tipos de PRF no momento das cirurgias. O Instituto Odontológico Kopp também conta com profissionais formados em Biomedicina que ajudam a fazer esses procedimentos.

O Instituto Kopp é um dos pioneiros no ensino de técnicas de Engenharia Tecidual Inteligente para dentistas com o uso dos concentrados sanguíneos e matrizes tridimensionais autólogas na regeneração e reconstrução de tecidos. Confeccionamos e utilizamos membranas e plugs de PRF, A-PRF e a forma injetável o i-PRF para injeção local e preparo do i-Bone e Bone Sandwich. Proporcionando menor morbidade, menor custo, maior eficiência e melhor aceitação dos pacientes para realização de procedimentos cirúrgicos com alta taxa de sucesso.

Oferecemos aos Dentistas o Curso de Concentrados Sanguíneos PRF para o uso em cirurgias regenerativas, com a capacitação para venopunção incluída.

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Como obter as membranas de PRF?

O procedimento para criar a membrana é feito momentos antes da cirurgia. O sangue do paciente é coletado em tubos de 10ml, sem qualquer aditivo ou anticoagulante, e colocado em uma centrífuga para formar as membranas. Esse processo demora aproximadamente uns 10 minutos dependendo do tipo de centrífuga utilizada.

Estas membranas podem ser utilizadas nas mais diferentes especialidades médicas – odontológicas, como auxiliar na regeneração e cicatrização de procedimentos cirúrgicos.

Depois de ter criado a membrana o paciente vai direto para o procedimento cirúrgico.

A reabilitação de áreas edêntulas sempre foi um desafio para os profissionais, em especial a posterior de maxila, pela pneumatização dos seios maxilares. Uma das complicações durante os procedimentos de levantamento sinusal são as perfurações da membrana.

A fibrina rica em plaquetas (PRF), um concentrado de fatores de crescimento obtido a partir da centrifugação do sangue do paciente, tem a propriedade de acelerar o processo cicatricial, reparar as perfurações na membrana schneideriana e funciona como material de preenchimento.

Como surgiram os agregados plaquetários autólogos?

A utilização dos agregados plaquetários autólogos é uma realidade inovadora nos procedimentos médicos e odontológicos atualmente. O objetivo deles é promover uma melhor cicatrização dos tecidos moles e duros. Dentre eles, o plasma rico em plaquetas (PRP), é a principal alternativa para a utilização na forma líquida (injetável). Estes agregados plaquetários na forma injetável são frequentemente empregados em procedimentos regenerativos, apresentando bons resultados quando usados.

A busca por meios de acelerar a neoformação óssea é uma constante na área médica e odontológica, com isso, há muito tempo é pesquisada a influência das células sanguíneas sobre os biomateriais aplicados no organismo humano. Esta evolução advém do final da década de 1990, com a divulgação do plasma rico em plaquetas (PRP), seguido pela segunda geração de agregados plaquetários, a fibrina rica em plaquetas (PRF), até o recente coágulo avançado de fibrina rica em plaquetas (a-PRF).

Estes concentrados plaquetários propõem uma aceleração na cicatrização de tecidos moles e duros através do aumento da concentração de fatores de crescimento, como o fator de crescimento transformante-b (TGF-b), fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), fator de crescimento derivado das plaquetas (PDGF), fator de crescimento vascular endotelial (VEGF), fator de crescimento fibroblástico (FGF), fator de crescimento epidermal (EGF) e fator de crescimento epidermal derivado de plaquetas (PDEGF).

Utilização de concentrados leuco-plaquetários em Enxertos ósseos e Implantes Dentários

Nas últimas décadas, a reabilitação utilizando implantes dentários tem recebido cada vez mais atenção dos cirurgiões dentistas, oferecendo uma alternativa real e prática para prótese convencional. As limitações ósseas em altura e espessura levaram os profissionais a desenvolverem técnicas e materiais para compensar tais entraves aos implantes.

Para tanto, os substitutos ósseos vêm sendo amplamente empregados, sejam eles autógenos, homógenos, heterógenos ou de materiais sintéticos. Os substitutos ósseos autógenos para seio maxilares ainda são considerados ideais por promoverem além da osseocondução, a osseoindução e osseogênese, porém as dificuldades como a morbidade, necessidade de mais sítios cirúrgicos e maior velocidade de reabsorção, levaram a substituição por outras fontes doadoras, como as hidroxiapatitas sintéticas e xenógenos com resultados muito previsíveis e alto índice de sucesso.

Espera-se que biomateriais sejam biocompatíveis, apresentem osseocondutividade e/ou indução cicatricial, garantam homeostasia tecidual, tenham completa antigenicidade e constituam arcabouço do esqueleto tecidual e ser substituído por osso neoformado. Um material de enxertia assume o papel de substituto do tecido ósseo quando ele cumpre os critérios de biocompatibilidade, se possuir uma ótima resposta ao estresse biomecânico e uma grande capacidade para substituir as funções de síntese e/ou regeneração da estrutura óssea, essencial para a manutenção.

As técnicas já são utilizadas há mais de 10 anos na Europa e nos Estados Unidos, com pesquisas científicas.

Acredita-se que estas técnicas vieram para revolucionar as cirurgias de enxerto ósseo e gengival.

Resumindo, o grande diferencial destas técnicas é que elas aceleram o tempo de cicatrização do paciente, bem como torna a cirurgia menos invasiva, tornando assim o tratamento mais rápido e menos traumático.

O Instituto Odontológico Kopp já está utilizando estas poderosas ferramentas em seus pacientes. Foram adquiridas centrífugas de última geração para tal finalidade, e estamos tendo resultados maravilhosos, deixando nossos pacientes felizes e satisfeitos.

Os procedimentos de enxerto e instalação de implantes dentários são muito mais tranquilos para o paciente com resultados superiores aos da técnica convencional.

 

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